sexta-feira, 12 de novembro de 2010

O rei do mata-mata blog do Neto

Quando o Felipão chegou ao Palmeiras todo mundo achou que a postura do time iria mudar do dia pra noite. Eu também pensei. Mas até pela bagunça que o clube vinha enfrentando com constantes trocas de treinadores, briga de jogadores e protesto de torcedores, esse trabalho demorou a engrenar. E o treinador, que nunca foi um especialista em campeonatos por pontos corridos, optou por utilizar o Brasileiro para dar ritmo de jogo e entrosamento ao grupo.

Muito bem. O Verdão de hoje voltou a ter a cara de seu comandante. É lógico que pela qualidade de seus jogadores ainda está muito longe daquela equipe campeã da Libertadores de 99. Mas o padrão tático e o empenho guerreiro são parecidos. Fundamental inclusive para competições de tiro curto como essa Copa Sul-Americana. Venho dizendo há algum tempo que dificilmente o Felipão não belisca essa taça. Aliás o retrospecto dele em mata-matas é incrível. Venceu todos que disputou pelo Verdão.
Por sinal a conquista desse torneio é fundamental para o clube poder saldar suas dívidas, já que a grana obtida com o título poderia bancar de vez muita gente que nem está mais lá, casos dos ex-técnicos Muricy e Antônio Carlos, e dos jogadores Obina, Robert e Vágner Love.

Nenhum comentário:

Postar um comentário